| dc.creator |
Diaz Mercedes Mateo |
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| dc.date |
2003 |
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| dc.date.accessioned |
2013-05-30T12:42:10Z |
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| dc.date.available |
2013-05-30T12:42:10Z |
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| dc.date.issued |
2013-05-30 |
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| dc.identifier |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-62762003000100003 |
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| dc.identifier |
http://www.doaj.org/doaj?func=openurl&genre=article&issn=01046276&date=2003&volume=9&issue=1&spage=68 |
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| dc.identifier.uri |
http://koha.mediu.edu.my:8181/jspui/handle/123456789/5361 |
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| dc.description |
A Bélgica tem a peculiaridade de ser o único Estado-membro da UE a ter introduzido cotas em sua legislação. O tipo de cota que foi implementada prioriza o número, sem dar atenção a como candidatos masculinos e femininos estão posicionados nas listas dos partidos. Neste artigo, a autora examina a evolução do número de mulheres no Parlamento belga ao longo do tempo. Fazem-se comparações dentro dos partidos e entre eles, antes e depois da lei sobre cotas. A análise mostra que, em larga medida, o efeito das cotas depende da vontade dos partidos de obter mais representantes do sexo feminino. Assim, se o principal objetivo de uma legislação sobre cotas é impor uma estrutura de gênero equilibrada na assembléia de representantes, a legislação precisa considerar as posições dos homens e das mulheres nas listas. |
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| dc.publisher |
Centro de Estudos de Opiniao Publica da Universidade Estadua |
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| dc.source |
Opinião Pública |
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| dc.subject |
candidatos |
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| dc.subject |
cotas |
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| dc.subject |
listas partidárias |
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| dc.subject |
Parlamento belga |
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| dc.subject |
representação |
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| dc.title |
As cotas fazem diferença? Ações positivas no parlamento Belga |
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