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| dc.creator |
VIEIRA SIDNEY ROSA |
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| dc.date |
1997 |
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| dc.date.accessioned |
2013-05-30T10:49:26Z |
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| dc.date.available |
2013-05-30T10:49:26Z |
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| dc.date.issued |
2013-05-30 |
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| dc.identifier |
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0006-87051997000100019 |
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| dc.identifier |
http://www.doaj.org/doaj?func=openurl&genre=article&issn=00068705&date=1997&volume=56&issue=1&spage=181 |
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| dc.identifier.uri |
http://koha.mediu.edu.my:8181/jspui/handle/123456789/4214 |
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| dc.description |
A grande maioria dos ensaios de manejo e fertilidade do solo utiliza o método de delineamentos experimentais, segundo o qual as observações devem ser independentes umas das outras e as parcelas experimentais, uniformes quanto aos atributos estudados. A hipótese de independência entre as amostras apenas pode ser satisfeita e verificada na prática, se a amostragem contiver informações geográficas, como, por exemplo, as coordenadas com referências a um eixo arbitrário para possibilitar análises da geoestatística. O objetivo deste trabalho foi estudar a variabilidade espacial de alguns atributos químicos e granulométricos do solo dentro de uma parcela experimental e mostrar o uso da geoestatística para analisar os dados. O campo estudado localiza-se no Centro Experimental de Campinas do Instituto Agronômico, Campinas (SP), em um latossolo roxo distrófico sob preparo convencional nos últimos dez anos. Marcou-se uma parcela de 30 m por 30 m a cada 5 m em duas direções, resultando em um reticulado quadrado de 49 pontos de amostragem. Em cada ponto, coletaram-se amostras de solo das camadas 0-25 cm e 25-50 cm de profundidade, as quais foram levadas ao laboratório, secas ao ar, peneiradas em uma malha de 2 mm e submetidas às análises granulométricas e químicas de rotina para obter teor de argila, teor de silte, delta pH, soma de bases (S), capacidade de troca catiônica (CTC) e saturação por bases (V%). Para a análise de variabilidade espacial, utilizou-se a geoestatística. Os coeficientes de variação encontrados são mais altos na camada 0-25 cm do que na 25-50 cm, provavelmente devido à região de maior alteração com cultivo. Foi encontrada dependência espacial para todos os atributos analisados para a camada 0-25 cm, e dependência fraca para a camada 25-50 cm. Considerando que o campo engloba apenas uma área de 30 m por 30 m, conclui-se que a variabilidade encontrada para os atributos químicos do solo foi grande e que a amostragem ao acaso falharia em detectá-la e, por isso, esconderia a realidade. |
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| dc.publisher |
Instituto Agronômico de Campinas |
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| dc.source |
Bragantia |
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| dc.subject |
técnica de amostragem do solo |
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| dc.subject |
geoestatística |
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| dc.subject |
argila |
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| dc.subject |
silte |
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| dc.subject |
pH |
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| dc.subject |
soma de bases |
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| dc.subject |
capacidade de troca de cátions |
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| dc.subject |
saturação por bases |
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| dc.title |
VARIABILIDADE ESPACIAL DE ARGILA, SILTE E ATRIBUTOS QUÍMICOS EM UMA PARCELA EXPERIMENTAL DE UM LATOSSOLO ROXO DE CAMPINAS (SP) |
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